As pedaladas fiscais, também conhecidas como operações de crédito disfarçadas ou contabilidade criativa, referem-se a uma prática de atrasar intencionalmente o repasse de recursos financeiros devidos a outros entes da federação (como estados, municípios ou bancos públicos) para maquiar as contas públicas, especialmente em relação ao cumprimento de metas fiscais. Em outras palavras, é uma manobra contábil que visa "pedalar" as obrigações financeiras, criando uma aparência de saúde financeira que não condiz com a realidade.
A prática geralmente ocorre quando o governo utiliza recursos de instituições financeiras públicas como bancos para financiar despesas, mas não reconhece isso como uma operação de crédito. Essa manobra acaba ocultando a dívida pública e o déficit orçamentário, dando uma falsa impressão de equilíbrio fiscal.
Como funcionam:
Consequências:
As pedaladas fiscais podem ter diversas consequências negativas, incluindo:
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